Processo seletivo longo e cansativo.
Houve uma certa desorganização, sempre mudando as datas/horårios das entrevistas. A primeira entrevista é com Stefania, onde ela faz uma entrevista de 1 hora, com perguntas extremamente similares e cansativas.
A segunda é com Jane, entrevista mais técnica, curta e engessada. Nada a reclamar.
Ăltima entrevista Ă© com Rodrigo, definitivamente a mais decepcionante. Ele usa um tom intimidador, alĂ©m de fazer perguntas que na cabeça dele parecem inovadoras, mas sĂŁo no mĂnimo questionĂĄveis.
Perguntas do tipo: âDas entrevistas anteriores, o que vocĂȘ menos gostou?â. Mas a pior parte fica para o final, ele inventa uma dinĂąmica em que vocĂȘ tem que medir o tamanho do ambiente em que vocĂȘ estĂĄ, sem a ajuda de uma rĂ©gua, trena ou app. Apesar de ser apresentada como uma forma de avaliar criatividade e capacidade de adaptação, a atividade pareceu desconexa da realidade da função e pouco relevante para avaliar competĂȘncias profissionais de forma justa.
Na prĂĄtica, a dinĂąmica gerou mais constrangimento do que qualquer insight Ăștil. No fim, parece mais um exemplo de processo seletivo mal estruturado do que uma avaliação profissional sĂ©ria.