Minha entrevista na Unimed foi diferente do que eu imaginava. Eu cheguei com um pouco de nervosismo, mas não aquele que paralisa — era mais uma ansiedade de querer ir bem, de mostrar quem eu sou de verdade.
Durante a conversa, eu não tentei parecer perfeita. Fui honesta sobre o que eu sei e o que ainda estou aprendendo, principalmente na parte mais técnica. Mesmo quando bateu o nervosismo em alguns momentos, eu continuei falando, explicando do meu jeito, sem me fechar. E isso me fez perceber que eu consigo me manter presente, mesmo fora da zona de conforto.
Também senti que consegui criar uma conexão ali. Não foi só uma troca de perguntas e respostas — teve algo mais natural, mais humano. Eu mostrei de onde vem meu interesse pela área, minha convivência com o ambiente contábil e a vontade de crescer nisso.
Saí da entrevista com a sensação de que fui eu mesma. Não perfeita, mas suficiente. E talvez seja justamente isso que torna tudo mais verdadeiro.